Terremoto no Japão Janeiro de 2024

Empregos no Japão – Terremoto no Japão Janeiro de 2024, Terremoto atinge a costa oeste do Japão nesta quarta-feira – Tremor de magnitude 5,5 foi registrado na mesma região atingida por um sismo de 7,6 graus

O novo abalo sísmico ocorreu às 10h54 (horário local; 22h54 de terça-feira em Brasília) a uma profundidade de 10 km, com epicentro na península de Noto, na província de Ishikawa, assim como o terremoto de segunda-feira, de acordo com a JMA (Agência Meteorológica do Japão), que não emitiu um alerta de tsunami.

O tremor foi sentido com força na cidade de Wajima, uma das mais atingidas pelo terremoto de dois dias atrás, assim como em Nanao, Nakanoto, Aanamizu e Noto, todas as quais já haviam registrado mortes na catástrofe ocorrida na segunda-feira.

Terremoto de 1º de janeiro foi quase tão forte quanto o de março de 2011

O recente terremoto na província de Ishikawa foi quase tão poderoso quanto aquele que gerou abalos violentos e tsunami massivo ao largo da costa leste do Japão em 2011.

Sismólogos japoneses estimaram que o recente terremoto observado na província de Ishikawa (Terremoto na Península de Noto do Ano Reiwa 6) foi quase tão poderoso quanto o megaterremoto que gerou abalos violentos e tsunami massivo ao largo da costa leste do Japão em 2011.

O terremoto de segunda-feira (1º) sacudiu a pequena cidade de Shika com intensidade 7, a mais alta na escala sísmica japonesa.

Funcionários na Agência de Meteorologia do Japão (AMJ) dizem que dados de sismômetros da cidade sugerem que o terremoto foi de 2,825.8 Gal.

Gal é uma unidade de aceleração que indica a intensidade da vibração do solo.

Na segunda-feira (1º), dia de Ano Novo, uma série de fortes terremoto sacudiu o oeste do Japão, incluindo um tremor de magnitude 7,6 que deixou cerca de 70 mortos e causou danos significantes a construções e infraestrutura na costa da província de Ishikawa, também desencadeando um alerta de tsunami.

Especialistas dizem que a atividade sísmica, enquanto devastadora, poderia ter sido muito pior se o Japão não tivesse implementado protocolos relacionados a terremotos a nível nacional e códigos rigorosos de construção anos atrás.

Depois, enquanto abalos secundários continuaram um dia após o terremoto original, um avião da Japan Airlines (JAL) com 379 pessoas a bordo, sendo 8 crianças e 12 membros da tripulação a bordo que havia recebido permissão para pousar no Aeroporto de Haneda (Tóquio) colidiu na pista com uma aeronave turboélice da Guarda Costeira carregada com comida, água e outros auxílios que estava a caminho de ajudar as vítimas do terremoto.

MAX BLANC

Ceo Super Agência

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